A formação dos jovens na sociedade exige de nós ações afirmativas no sentido da superação do individualismo e do isolamento em que vivemos nestes tempos de pânico generalizado, que tem sido introjetado na consciência das pessoas, especialmente dos jovens e das crianças. É nossa missão de agentes da educação, ao modo inaciano de ensinar, propor a vivência de experiência que, na contramão do sistema, quebre a trama que tem sido tecida pelo pensamento hegemônico que conduz todos ao endurecimento do coração. É nossa tarefa elaborar propostas que aqueçam o coração das pessoas e encantem o desejo solidário e cordial da juventude, provocando a contemplação da vida e do mundo por janelas mais variadas e pontos de vista diferenciados. Educar para a transformação da pessoa e das estruturas é dever do qual não podemos fugir, sob pena de estarmos negando nossas origens e nossa identidade. |