Mais segurança para a comunidade

Segurança reforçada no entorno do Colégio Loyola

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A segurança de estudantes, famílias, colaboradores e vizinhos do Colégio Loyola ganhou reforço nesta semana. Na última segunda-feira, seis novas câmeras de videomonitoramento foram instaladas na área externa, nos quarteirões do entorno da escola, sendo uma em cada esquina e outras duas no meio de cada um dos quarteirões das ruas Sinval de Sá e Eduardo Porto. O sistema interno de monitoramento também foi revitalizado com substituição de equipamentos por outros de melhor capacidade de cobertura.

A iniciativa é fruto do trabalho de um grupo de mães voluntárias da Associação de Pais do Loyola (APL), que teve início na gestão de 2016. Preocupadas com as questões relacionadas à segurança nas proximidades da escola, elas desenvolveram uma série de atividades, incluindo palestra e distribuição de cartilhas educativas produzidas junto com estudantes, para prevenção e combate à violência. As ações deram origem ao Programa de Proteção do Loyola, o ProL.

Por meio do programa, o grupo mobilizou associações de moradores e comerciais da região em torno de uma parceria do Colégio com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, a fim de garantir a presença ostensiva do poder público na região. A ideia inicial era integrar a escola ao sistema de segurança público por meio da instalação de câmeras do Projeto Olho Vivo.

Para colocar o sistema em operação, entretanto, o Colégio assumiu a responsabilidade pela viabilidade jurídica e técnica, investindo na aquisição de equipamentos e softwares. O novo aparato, que totaliza cerca de 100 câmeras, inclui o remanejamento de um profissional da equipe interna de segurança do Colégio Loyola para o monitoramento das imagens captadas na área externa. Essas imagens ficam armazenadas na escola e disponíveis para as autoridades.

De acordo com o Diretor Administrativo, Marco Polo Araújo, com a entrega do novo sistema, o Colégio Loyola espera colaborar na melhoria da sensação de segurança, criando mais uma camada de proteção para estudantes, famílias, colaboradores e vizinhos. “A ideia é colocar a tecnologia a serviço do bem comum, qualificando ainda mais a parceria já existente com os órgãos públicos”, afirmou.

Gláucia Borges, uma das mães idealizadoras do Programa de Proteção do Loyola, avalia que “diante de todas as etapas cumpridas do ProL, só temos que agradecer a todos que acreditaram na mudança, descruzaram os braços e contribuíram para o bem maior”. Para ela, o trabalho em conjunto mostra que o exercício da cidadania é a melhor forma de conquista de benefícios para todos.

O sistema já está em operação, em fase de ajustes, e, em breve, deve ser entregue, oficialmente, à comunidade. O projeto também se perpetua com um grupo de comunicação direta entre membros de dois batalhões e quatro companhias da Polícia Militar, Polícia Civil, pais e mães, colaboradores do Colégio, empresários vizinhos, síndicos de edifícios comerciais e comerciantes locais.


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