Comentando Anotação 17ª

EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS NA VIDA COTIDIANA PERSONALIZADOS

ACOMPANHAMENTO ESPIRITUAL

Comentando livre e amplamente a anotação 17ª

Esclarecendo o que é “Acompanhamento Espiritual”

Quando uma pessoa está procurando alguém para ser o seu Acompanhante Espiritual é conveniente esclarecer logo no início o que se entende por “Acompanhamento Espiritual”.

Trata-se de, mesmo fora de um retiro ou fora dos Exercícios Espirituais, acompanhar alguem, por escolha desta mesma pessoa, ajudando-a a desenvolver toda sua vida cotidiana em união com Jesus, no Espírito de Jesus Encarnado e Ressuscitado.  O acompanhamento se efetua através de entrevistas com periodicidade variável.  A abertura para com o Acompanhante Espiritual já coloca a pessoa na dinâmica de abertura e colaboração com o próprio Deus.

Entende-se por Vida Espiritual a realização do ser humano, em todas as suas dimensões, no cotidiano histórico de sua existência, em comunhão com a própria divindade, na pessoa de Jesus Cristo, Encarnado, Morto e Ressuscitado, consciente e livremente descoberto, acolhido e integrado.

O ser humano, o homem e a mulher, embora seja destinado a se realizar em comunhão com a própria divindade através de Jesus Cristo, e possa experimentar continuamente esta presença benfazeja, historicamente foi e atualmente é perturbado pela enganosa atuação do que Santo Inácio denomina o inimigo do ser humano.  Santo Inácio não se preocupa de definir a natureza deste inimigo; seja ele o mal, ou os instintos egoístas ou o mau espírito.  Constata, porém, com acuidade os efeitos e as características de sua atuação na pessoa humana.

Ajudar a pessoa na percepção dessas diversas solicitações - moções diria Santo Inácio - que atuam sobre o ser humano, qualificando-as, com base na acurada observação de seu contexto, como provenientes do bom ou do mau espírito, e, na procura de um comportamento adequado diante delas constitui grande parte do trabalho do Acompanhamento Espiritual.  São Paulo na carta aos Filipenses nos exorta a obediência à Palavra que realiza em nós o querer e o fazer, preparando-nos assim para o dia de Cristo, na certeza de não estarmos correndo em vão, nem trabalhando inutilmente (Fl 2,12-18).

A liberdade humana é solicitada por dois elementos contraditórios

No ser humano, com Santo Inácio, podemos distinguir, três espécies de pensamentos, a saber:

- um meu próprio, que provém simplesmente de minha liberdade e querer,

- e outros dois que vêm de fora

         - um proveniente do bom Espírito

         - e outro do mau  (EE 32).

Existe no ser humano, no homem e na mulher – e Santo Inácio percebeu isso muito bem nos seus exercícios espirituais e no cotidiano de sua vida - um contexto fenomenológico característico dos pensamentos que provêm simplesmente da minha liberdade e querer com sua repercussão afetiva própria, e um outro contexto e repercussões afetivas, igualmente características dos pensamentos que provêm de fora, provenientes do bom ou do mau espírito.

A pessoa humana se observando e se analisando, bem dentro do seu contexto histórico, pode perceber se está atuando por sua iniciativa com atos simplesmente provenientes de sua liberdade e querer, ou se está atuando secundando atrações ou impulsos originados de fora de sua liberdade.  Neste caso colhe resultados contraditórios de paz e alegrias profundas ou de perturbação e inquietação, conforme as moções provenham de Deus e seus instrumentos ou de qualquer denominação do mal, ou, usando a expressão da época de Santo Inácio, provenham do bom ou do mau espírito.

Há ocasiões, o denominado “tempo tranqüilo”, quando a pessoa humana não se encontra agitada pelos vários espíritos e usa suas faculdades de memória, inteligência e vontade livre e serenamente.  Há também outros momentos quando a pessoa se encontra agitada pelos bons e os maus espíritos (EE 177).  As ações sob a influência das solicitações do bom e do mau espírito, originadas independentes da vontade humana, estão continuamente acontecendo no cotidiano da vida.  Contudo, nos exercícios espirituais a pessoa se prepara e se dispõe para perceber estas diversas agitações dos espíritos, para qualificá-las ou distingui-las e para atuar corretamente diante delas, acolhendo as boas e repelindo as más.

Este trabalho, esta caminhada de se preparar e dispor para perceber as moções dos espíritos, para qualificá-las e atuar corretamente diante delas é algo muito íntimo e pessoal.  Contudo através de uma partilha simples, objetiva e descritiva do que está acontecendo – não se trata de partilhar conclusões – a pessoa poderá ser muito ajudada pelo Acompanhante Espiritual. [1]  É muito bem-vinda esta colaboração nestes acontecimentos tão bonitos de acolhida, de oferta e de comunhão com a mesma divindade, em Jesus Cristo Encarnado, Morto e Ressuscitado, contudo, que acontecem na nossa realidade histórica em meio às investidas e perturbações das forças do mal agindo abertamente ou camufladas com seus enganos e subtilezas.

A verdadeira realização do ser humano resulta, efetivamente, dos seus atos livres e responsáveis, provenientes de seu querer e liberdade, contudo agindo não em busca de uma perfeição auto-programada, mas realizando o projeto, o sonho de Deus a seu respeito.  O ser humano é um ser relacional.  É chamado a responder livremente às solicitações para realizar um determinado modo de vida e a participar numa determinada missão.  Poderá, sim, dialogar com seu compreensivo Criador e Senhor (Mt 15,21-28), porem sem pretender tornar-se independente dele.

Acolhendo livre e responsavelmente as inspirações do bom espírito (a presença vivificante de Cristo Ressuscitado) e rejeitando as ciladas e insídias perturbadoras e enganadoras das diversas configurações do mal é que a pessoa humana realiza corretamente sua existência.

O próprio e específico do Acompanhamento Espiritual consiste, pois, em ajudar a pessoa a responder adequadamente, com seus atos livres e responsáveis, às diversas solicitações as quais são submetidas no cotidiano de suas vidas, acolhendo as boas e repelindo as más.  .  Trata-se, pois, de se preparar e dispor por meio de exercícios espirituais para perceber, distinguir e acolher resolutamente as solicitações-presença de Cristo Ressuscitado; como também, igualmente, de pronta e resolutamente rejeitar todas as investidas apresentadas pelas diversas configurações do mal.

              Em outras palavras, o Acompanhamento Espiritual visa ajudar as pessoas a se prepararem e se disporem para perceber as diversas moções espirituais, para qualificá-las e para atuarem corretamente diante delas.  Pois a Vida Espiritual não decorre de um monólogo intimista, mas é fruto de um compromisso-resposta às solicitações contraditórias propostas ao ser humano.

Julgo importante este esclarecimento do que é o Acompanhamento Espiritual a fim de que o Acompanhante Espiritual no exercício de sua missão fique atento a esta dimensão presente em todos os níveis do ser humano, descortinando todas as riquezas contidas neste relacionamento maravilhoso do Criador com a criatura e percebendo igualmente, todos ataques declarados e ostensivos do inimigo, como também suas insídias e ciladas.

O Acompanhante Espiritual ajuda o acompanhado a perceber e distinguir a ação dos diversos espíritos e a se comportar devidamente diante delas.  Inácio experimentou que se constrói saboreando e acolhendo o que é proveniente do Bom Espírito e afastando e descartando as ações e insídias do inimigo da natureza humana. 

Setores ou campos de ação do Acompanhante Espiritual

“Quem dá os exercícios, - ou analogamente quem acompanha alguma pessoa – conforme a necessidade que sentir em quem os recebe, acerca das desolações e astúcias do inimigo, ou das consolações” (EE 8), poderá explicar-lhes as diversas descobertas que Santo Inácio conseguiu com sua experiência e nos deixou consignadas no livrinho dos Exercícios Espirituais.  É melhor ir explicando à medida que vão surgindo os questionamentos e desejos, do que fazer uma dissertação teórica sobre o assunto.

Estes elementos da Vida Espiritual são mais nitidamente reconhecidos (ou mesmo somente conhecidos) através da experiência.  Por isso não se trata tanto de dar instruções teóricas a respeito da vida espiritual para a pessoa acompanhada.  Abordam-se na conversa estas questões à medida que as coisas vão acontecendo, com a finalidade de explicitar uma situação concreta.

A fim de se familiarizar com estas experiências espirituais comumente ajuda que o acompanhado faça algum retiro espiritual na modalidade dos exercícios espirituais inacianos, ainda que seja num fim de semana se não tiver oportunidade para algo mais prolongado.

a) Esclarecimentos sobre a noção de “moções”, “consolações” e “desolações” espirituais.

É fundamental que o acompanhado fique atento e perceba as diversas moções que acontecem durante os exercícios de oração e no seu cotidiano. [2] Será também ajudado para distingui-las e qualificá-las como do bom ou do mau espírito.  Será igualmente instruído para acolher e saborear as boas moções e a rejeitar as más. [3]

b) Esclarecimentos sobre as diversas formas de oração

Conforme as diversas situações existenciais da pessoa acompanhada, ou de acordo com as diversas fases dos Exercícios, o Acompanhante procurará instruir seu acompanhado sobre as diversas maneiras de orar apresentadas por Santo Inácio buscando sempre a mais conveniente para cada situação concreta. [4]

c) Esclarecimentos sobre os diversos modos de atuação dos diversos espíritos.

Sempre conforme a necessidade do acompanhado, diante do que está acontecendo com ele, o Acompanhante Espiritual procurará ajudar o acompanhado a perceber que ele está sob a ação de um determinado espírito, em alguma de suas manifestações.  Determinadas sintomas revelam a atuação do bom espírito outras a do mau dependendo também da situação de cada pessoa.  É próprio de Deus e dos bons espíritos levar à verdadeira consolação enquanto o mau espírito conduz à desolação ou à consolação aparente, sem consistência.  Os espíritos costumam se apresentar de diversas maneiras muito dependendo da situação do acompanhado.  O mau espírito pode atuar “grosseira e abertamente” (EE 9), ou camufladamente “sob a aparência de bem” (EE 9).   O mau espírito para atuar necessita sempre de um prévio “sentimento ou conhecimento”, o que Santo Inácio denomina “causa precedente”  (EE 330). Somente ao Criador é próprio entrar, dar, causar moção sem nenhuma causa precedente.

Santo Inácio baseando-se na sua experiência e graças a sua grande capacidade de observação sobre o que os espíritos lhe causavam deixou-nos preciosas indicações no livrinho dos Exercícios Espirituais: Regras de Discernimento dos Espíritos, Notas sobre os Escrúpulos etc.. (EE 313-370). [5]

d) Esclarecimentos referentes à necessidade de tomar decisões

A espiritualidade inaciana conduz para uma mudança de vida, para uma melhor qualidade de vida em comunhão com o Senhor.  Santo Inácio é um místico na ação.  O Acompanhante Espiritual ficará atento e ajudará o seu acompanhado, no momento oportuno, quando chegar a ter certezas nos seus discernimentos, a fazer as devidas opções concretizando o seguimento do Senhor, resultando melhor qualidade de vida.

O Acompanhante Espiritual ficará atento percebendo se o acompanhado se encaminha para opções em matérias passíveis de opção, com suficiente certeza haurida corretamente através dos tempos de eleição inaciana, após suficiente discernimento, atuando com resolução e firmeza de vontade.  O acompanhado irá optar ou eleger livre de enganos e sem delongas.  Quando acontecer suficiente esclarecimento dos desejos do Senhor a opção não pode ser indefinidamente adiada.  Contudo o acompanhado não pode se adiantar ao Espírito.  Se “a pessoa não chegou a bastante clareza e conhecimento” (EE 176) da vontade de Deus a decisão não deve acontecer. [6]

e) O Acompanhante Espiritual ficará atento ao trabalho do acompanhado visando secundar a ação do Senhor na escolha dos diversos exercícios na busca do mesmo Senhor.

Santo Inácio abre àquele que faz os Exercícios – ou a quem procura levar para o seu cotidiano o espírito e as práticas dos Exercícios - às sublimidades de uma comunhão gratuita com o Senhor que o abraça (ou o abrasa) e indica onde quer que ele o sirva depois (Anotação 15, EE 15).  Santo Inácio cuida também de pormenores, indicando muitos pequenos exercícios, as adições, por exemplo, visando secundar esta comunhão com o Senhor!

No contexto do mistério da encarnação estes pequenos exercícios não são somente uma preparação e aquecimento para a caminhada para o Senhor, mas são obra do Espírito Santo em sinergia com o exercitante buscando uma maior comunhão com o Senhor!

Santo Inácio é mestre em indicar estes pormenores na caminhada com e para o Senhor!  Não aposta em nenhum pormenor em particular.  Nem deseja que o que faz os exercícios imite ou copie o que foi bom para Inácio ou para quem lhe dá os exercícios.   Deseja, sim, que o exercitante procure, faça mudanças, busque alternativas, experimente até encontrar o que o Senhor, que o conhece muito bem, quer para ele neste momento concreto.  Ou, digamos, o exercitante vai experimentando até encontrar o Senhor, tranqüilamente, atuando com ele e nele.

É oportuno, pois, agradecer ao Senhor Jesus Encarnado e Ressuscitado que vem caminhar conosco.  É muito vantajoso ser fiel a esta aliança com o Senhor que nos quer muito bem, nos conhece perfeitamente e sabe o que mais nos convém.  (Veja 3ª nota após a 10ª adição, EE 89).

O que dá os exercícios não pode ficar ausente, (laissez faire) sob o pretexto de observar a anotação 15ª  (EE 15).  Tem ele também de ficar atento e fiel ao trabalho do Senhor no exercitante. [7]

f) Garantir no acompanhado uma oração suficiente e de qualidade nas suas duas vertentes, a saber, a oração da atenção aos movimentos dos espíritos no seu cotidiano e a oração de abastecimento.

Santo Inácio dava muita importância à atenção à ação dos Espíritos no decorrer do nosso cotidiano.  Sugeria que se examinasse a nossa consciência, onde os Espíritos se manifestam, duas vezes ao dia.  Esta atenção à ação dos Espíritos leva à atitude de acolher e saborear, pronta e plenamente, o que é de Deus e a descartar, resolutamente, o que vem do inimigo.  É a primeira vertente da nossa oração.  A segunda vertente da oração consiste nos exercícios da meditação, contemplação e outros visando um conhecimento afetivo mais profundo da obra de Deus e dos mistérios da Vida de Jesus.  Estes exercícios colaboram para povoar a nossa mente e o nosso coração com as realidades da Boa-Nova e nos predispõem afetivamente para o seguimento de Jesus.

A atenção à ação dos Espíritos no nosso cotidiano é fundamental.  Geralmente será uma oração feita uma ou duas vezes ao dia.  Freqüentemente também se transforma numa atitude que nos acompanha no decorrer de todo o dia, sobretudo após as ações mais significativas.

A oração de assimilação do mundo de Deus, da Boa-Nova, presente na história poderá ter seus tempos de maior intensidade; ou pelas oportunidades disponíveis ou pelas necessidades emergentes.  O importante é manter o seu almoxarifado espiritual bem abastecido.

O Acompanhante Espiritual fica atento para que não falte no seu acompanhado nenhuma destas vertentes da oração.

g) O Acompanhante assistirá o acompanhado na escolha da matéria para a sua oração cotidiana.

Do livro da vida e do livro inspirado.  Durante um Exercício na Vida de acordo com a partilha do exercitante.  Lembrando sempre que o que mais aproveita não é o muito saber, mas o sentir e saborear internamente.  Daí a importância das repetições, das pausas.

A liturgia Diária, a oração da Igreja pode ter um papel importante na escolha da matéria para a oração cotidiana.  Outra indicação para a escolha da matéria para a oração diária poderia ser a escolha de um determinado livro da Bíblia seguido seqüencialmente, sem pressa.

h) Garantir que seu acompanhado tenha suficiente engajamento em uma Comunidade Eclesial.

A Comunidade Eclesial é o lugar privilegiado da manifestação do Espírito.

A participação ativa na vida a Comunidade, nas suas diversas dimensões, alimentada pela prática da oração comunitária e pela recepção dos sacramentos é inerente à participação na Comunidade Eclesial.

 i) Garantir que seu acompanhado atualize suficientemente os conhecimentos relativos à sua fé.

Fé e vida são vocacionados a caminharem juntos.  A vida está sempre em vertiginosa evolução.  Seria prejudicial para a própria vida um descompasso com relação à fé.  Através de leituras, cursos e, sobretudo, da própria oração e reflexão o acompanhado procurará manter uma comunhão entre a sua vida e a sua fé.

 Pormenores que podem ajudar no Acompanhamento Espiritual:

a) Acolher o acompanhado

Com simplicidade, muita esperança, respeito e empatia.  Não se precipitar; pular etapas.  Observar a parábola do trigo e do joio.  Cuidado para não arrancar o trigo ao extirpar prematuramente o joio.

 b) Fazer-se de espelho para o acompanhado

O Acompanhante Espiritual ouvindo respeitosa e atentamente o seu acompanhado procurará fazer-se de espelho para ele no sentido de ajudá-lo a descobrir o que está acontecendo nele pela ação dos Espíritos.

 c) Recomendar um caderno para anotações espirituais.

De boa aparência e consistência.  Seria como um álbum de fotografias de minha vida interior.  Escrever aquilo que realmente aconteceu.  Notar.  Anotar.  Consignar.  Embora as experiências espirituais fiquem bem marcadas, é bom utilizar a escrita para melhor perceber e concretizar a experiência.  Obviamente o escrever é um reforço para a memória.  Contudo a experiência supera de longe a sua expressão verbal.

As anotações serão utilizadas no diálogo com o Acompanhante.  Igualmente em algum momento de revisão de nossa vida, sobretudo num momento de escolha, de eleição ou de opção para constatar os consensos das atuações do Senhor.

 Grandeza e pequenez do ministério do Acompanhamento Espiritual

Descobrir e secundar a criadora e amorosa obra de Deus no seu acompanhado.  Não existe nada tão grande!  Obra deste Deus tão grande, Senhor absoluto de tudo e da História, que ama, extremadamente, cada um dos seus filhos e que, em virtude deste amor, se utiliza de todos os meios para o bem de seu amado filho.

O Acompanhante não tem o domínio, ou o monopólio da ação do Espírito sobre seu Acompanhado.  Por muitos outros instrumentos Deus vai também agindo no seu acompanhado.  O Acompanhante se eclipsa e alegre e reverente contempla agradecido esta ação maravilhosa de Deus.

“É preciso que ele cresça e eu diminua” Jo 3,30

“Vem, Senhor Jesus!” Ap 22 20


[1] São João da Cruz dá muita importância ao Acompanhamento Espiritual.  Confira: OBRAS COMPLETAS, editora Vozes, Subida do monte Carmelo, Livro II, capítulo XXII números 7 e seguintes, pág. 279

[2] Santo Inácio no Diretório Autógrafo adverte: “Sempre o que dá os exercícios pergunte sobre a consolação e a desolação, e o que passou nos exercícios desde a última entrevista”. (S. Ignácio de Loyola, Obras Completas, BAC, 1963, pág. 279)

[3] Consultar neste mesmo site no menu Modos de Descobrir Jesus / Discernimento dos Espíritos / Consolação e Desolação.

[4] Material sobre formas de oração poderá ser encontrado neste mesmo site no menu Modos de Descobrir Jesus / Exercícios de Oração

[5] Material sobre Discernimento poderá ser encontrado neste mesmo site no menu Modos de Encontrar Jesus /Discernimento dos Espíritos

[6] Material sobre este assunto das opções poderá ser encontrado neste mesmo site no menu Modos de Encontrar Jesus / Eleição Inaciana

[7] Sobre este assunto ver o artigo do Pe. Peter-Hans Kolvenbach, sj, A prática da Espiritualidade Inaciana, na revista Itaici Revista de Espiritualidade Inaciana, número 56, junho de 2004, páginas 50 a 57

 
 

Av. do Contorno, 7919 - Cidade Jardim - BH - MG
CEP: 30110-120 - Fone: (31) 2102-7000 - FAX (31) 2102-7100
© 2004 - Colégio Loyola - Todos os direitos reservados.