Encontro de Formação Inaciana

Encontro de Formação Inaciana (EFI), atividade que faz parte dos programas de Formação Cristã do Colégio Loyola, caracteriza-se por sua intencionalidade curricular humanística-humanizadora. O objetivo é fomentar, potencializar e capacitar ascendências juvenis entre nossos estudantes, a partir da visão inaciana e cristã de liderança.

Além disso, a partir da dinâmica, a atividade pretende contribuir para a formação de pessoas preparadas para assumirem um papel de protagonismo na construção de uma sociedade que caminhe para o bem comum da humanidade e do planeta. Somado a isso, estimular o aluno a atuar no mundo segundo os valores cristãos, o comportamento solidário e a ética de servir.

No programa do Encontro de Formação Inaciana, as vivências são oportunidades de partilha, aprendizagens, oração e reflexão. A partir disso, foram realizadas dinâmicas nos dias 26 e 27 de setembro.

Estudantes da 1ª Série EM participaram da Travessia no Parque Nacional da Serra do Cipó, que teve dois momentos. No primeiro dia, eles caminharam cerca de 16 de km na Trilha da Cachoeira da Farofa. Já no segundo dia, foram 3 km na Trilha dos Escravos.

Segundo Maria Cecília Duarte, estudante da 1ª Série EM, foram momentos ricos de autoavaliação e conhecimento. “Dentre todas as dinâmicas, o momento em que entramos na cachoeira para refletir e deixar para trás aquilo que nos pesa foi o mais gratificante. Enfim, foi uma atividade incrível, em um lugar maravilhoso e propício para os objetivos do EFI”, destaca a aluna.

Já os estudantes da 2ª Série EM tiveram a experiência “Travessia”, sendo 26 km divididos em duas jornadas. No primeiro dia, eles fizeram a trilha no Parque Estadual da Serra do Intendente, e, no segundo dia, a trilha do Parque Municipal do Tabuleiro.

“Foram dois dias de muita superação devido às caminhadas, atividades e missões que enfrentamos. Porém, no final, a gente vê o quanto valeu a pena. Eu saí de lá com a sensação de gratificação e dever cumprido”, comenta Laura Thibau, estudante da 2ª Série EM. Além disso, ela exalta a dinâmica “Necessidades desnecessárias”, na qual o aluno tinha que refletir quais conceitos e valores ele deveria deixar para trás e quais ele deveria carregar consigo mesmo. “Enfim, foi uma experiência de crescimento e amadurecimento. E eu quero que esse programa continue no Loyola, para que mais alunos possam aprender o tanto que eu aprendi”, acrescenta a estudante.

Em suma, foram momentos valiosos para os estudantes e colaboradores, que puderam trocar conhecimentos e visões sobre a vida. Além disso, a partir das atividades, puderam conhecer o seu corpo de uma forma mais clara, analisando, por exemplo, qual valor deixar para trás ou qual característica carregar consigo.


Compartilhe: