LoyolaMUN XX

LoyolaMUN

“Chegamos, não surpreendentemente, à vigésima edição da simulação da ONU, no Colégio Loyola, o LoyolaMUN”, comenta o Coordenador de Série Carlos, dando início ao projeto escolar transdisciplinar de 2019. Essa atividade, realizada pela 2ª Série do EM, é marcada pelo protagonismo e pela autonomia dos estudantes na organização e condução de debates e tomadas de decisões sobre temas do contexto geopolítico global atual.

O LoyolaMUN dialoga com três elementos marcantes em uma escola da Companhia de Jesus: a tradição, a busca pelo Magis e a atenção ao contexto em que está inserido. Na abertura da atividade, Carlos destacou:

‘’Ser pertencente a uma escola da Companhia de Jesus significa ser guardião de uma mística de quase 500 anos. É uma tradição cultural, religiosa, humanista e educacional. Ela nos exige um diálogo atento com diversas influências culturais; com a fé e com o evangelho; com as grandezas e misérias humanas; com a justiça e com a paz. Buscar o Magis, o maior e o melhor serviço, significa a superação de si em prol da missão. O LoyolaMUN deve buscar a inovação e o permanente diálogo com o contexto. Ser desafiado pelo tempo e responder bem a este desafio com novas soluções e proposições”.

Qual o feedback dos elaboradores e participantes?

“Eu participo do LoyolaMUN desde a segunda edição. É um momento em que os alunos vão mostrar outro lado deles, que, na sala de aula, nós não conseguimos ver. Além disso, gosto de participar, pois essa atividade traz temas importantes com os quais, às vezes, não temos muito contato. Nossa participação (Professores) é mais como auxiliadores, somos coadjuvantes. Os estudantes é que são os protagonistas. E, para eles, é importante porque vão ganhar autonomia, vão aprender a falar em público, além de aprender temas que, às vezes, não são trabalhados em sala”, pondera Nina Torres, professora de Sociopolítica.

“Participo do LoyolaMUN desde, se não me engano, a segunda ou terceira edição. Como diretor (cargo no LoyolaMUN), desde 2014, ano seguinte ao que formei. É um projeto sensacional pelo qual tenho muito carinho porque ele incentiva algumas habilidades que você, geralmente, não vê em sala de aula. Nessa atividade, o estudante desenvolve criatividade, oratória, além de aprender a resolver problemas. Ademais, dentro de cada comitê, você acaba aprendendo temas importantes, de uma forma profunda. Por exemplo, já vi provas de faculdade que pedem questões relacionadas ao Direito Internacional, às quais eu sabia responder por causa do LoyolaMUN”, comenta Fernando Pitterman, antigo aluno.

“O LoyolaMUN está sendo uma ótima oportunidade para desenvolver capacidades argumentativas, de negociação e inteligência emocional, que eu estou treinando com garra. Estou defendendo um ponto que, pessoalmente, eu sou totalmente contra. Então, essa atividade está me incentivando a olhar as coisas sob pontos de vista diferentes, e eu sinto que já cresci bastante”, comenta Ângelo Castro, estudante da 2ª Série.


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